Aquele jeito baiano de ser boêmio

R$40,00

de Otto Freitas

Formato: 14 x 21 cm
Páginas: 144
ISBN: 978-65-88597-01-9
Peso: 220 g
Ano: 2021

Aquele jeito baiano de ser boêmio, de Otto Freitas, reúne 35 crônicas que revelam, com bom humor, o modo baiano de se divertir e viver, principalmente nas noites boêmias de Salvador no final do século XX, anos 1970, 1980 e 1990. Ficção e realidade, é um testemunho e um tributo a um povo que enfrentou a fase sombria desta época com talento, criatividade, esperança e alegria.

É um texto simples e direto, fácil e agradável de ler. O autor usa expressões cotidianas, palavras próprias do baiano comum, especialmente o baiano de Salvador, embora haja histórias que se passam no interior.

De um jeito diferente, Aquele jeito baiano de ser boêmio fala sobre a Bahia e seu patrimônio cultural, natural e imaterial, hábitos e costumes da sua gente, inclusive a comida, traço relevante de sua identidade.

Com muita habilidade com as palavras, adquirida em anos de militância no jornalismo diário, o autor abusa da licença poética. Inspira-se na vivência pessoal, de amigos, de conhecidos, nas muitas histórias que ouviu e nos fatos que testemunhou.

Aquele jeito baiano de ser boêmio traz conteúdo inédito e uma seleção de crônicas publicadas no site de notícias Bahia Já (www.bahiaja.com.br), ao longo de sete anos. Para o livro, as crônicas escolhidas foram reescritas, atualizadas, adaptadas e enriquecidas.

Otto Freitas

Otto Freitas, baiano de Salvador, é jornalista formado pela Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia, em 1980. Teve atuação ativa na imprensa baiana desde 1973. Ocupou vários cargos na Tribuna da Bahia, Diário de Notícias e revista de turismo Viver Bahia; foi repórter freelancer das sucursais do Estado de São Paulo e O Globo; chefe de reportagem da TV Bahia/Globo; e redator-chefe do Bahia Hoje, primeiro jornal informatizado na Bahia.

Descrição

Aquele jeito baiano de ser boêmio, de Otto Freitas, reúne 35 crônicas que revelam, com bom humor, o modo baiano de se divertir e viver, principalmente nas noites boêmias de Salvador no final do século XX, anos 1970, 1980 e 1990. Ficção e realidade, é um testemunho e um tributo a um povo que enfrentou a fase sombria desta época com talento, criatividade, esperança e alegria.

É um texto simples e direto, fácil e agradável de ler. O autor usa expressões cotidianas, palavras próprias do baiano comum, especialmente o baiano de Salvador, embora haja histórias que se passam no interior.

De um jeito diferente, Aquele jeito baiano de ser boêmio fala sobre a Bahia e seu patrimônio cultural, natural e imaterial, hábitos e costumes da sua gente, inclusive a comida, traço relevante de sua identidade.

Com muita habilidade com as palavras, adquirida em anos de militância no jornalismo diário, o autor abusa da licença poética. Inspira-se na vivência pessoal, de amigos, de conhecidos, nas muitas histórias que ouviu e nos fatos que testemunhou.

Aquele jeito baiano de ser boêmio traz conteúdo inédito e uma seleção de crônicas publicadas no site de notícias Bahia Já (www.bahiaja.com.br), ao longo de sete anos. Para o livro, as crônicas escolhidas foram reescritas, atualizadas, adaptadas e enriquecidas.

Informação adicional

Peso 0.220 kg
Dimensões 1 × 14 × 21 cm

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