
Rodrigo Melo organizou e participou de algumas coletâneas de contos e de poesia, assim como tem textos em diversos jornais e revistas literárias. Publicou nos gêneros poesia, contos, crônicas e romance. O cavalo do bandido sempre sai na frente é o seu quinto livro. Vive em Ilhéus, sul da Bahia.

Joana Rizério (1987) é uma jornalista e escritora soteropolitana. Começou sua carreira no impresso em 2013, no jornal Correio. Lançou seu primeiro livro, É pegar ou largar, em 2015. Depois de um longo hiato,
publicou Na pior em Berlim, Londres e Salvador – uma aventura bipolar no inferno (2023) e O diabo também manda flores – na teia de uma relação abusiva (2025) pela Editora Noir. É professora voluntária em uma oficina de jornalismo na Escola Estadual Armandina Marques, em Pau da Lima, periferia da capital baiana.

Eduardo Moody (Salvador, 1975) é artista visual e fotógrafo. Vive em Praia do Forte, Bahia, e desenvolve projetos que se expandem para diferentes regiões do Brasil e para o exterior. Formado em Comunicação/Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), iniciou sua produção no final dos anos 1990 e construiu uma obra marcada pela investigação da luz como matéria expressiva. Seu trabalho transita entre ensaios autorais, exposições no Brasil e no exterior e colaborações com instituições culturais e projetos editoriais. Participou também da realização de dois documentários para a televisão com recursos da Agência Nacional do Cinema (Ancine)/Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Além da produção artística, realiza trabalhos institucionais, comerciais e publicitários, estabelecendo parcerias com empresas e organizações em iniciativas ligadas à cultura, ao meio ambiente e à comunicação visual. Atualmente, dedica-se também à produção de obras em fine art photography, voltadas ao colecionismo e à arquitetura de interiores. Sua pesquisa combina rigor técnico e sensibilidade poética, resultando em imagens que ampliam a experiência estética e reforçam vínculos de pertencimento. Pai de dois meninos e cuidador de árvores, traz para sua prática o mesmo senso de enraizamento e continuidade, que guia sua vida pessoal.

Alberto José Simões de Abreu, conhecido artisticamente como Tuzé de Abreu, nasceu em Salvador, Bahia, em 21 de fevereiro de 1948. Sua formação acadêmica é notável: graduou-se em Medicina pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública e em Música (flauta) pela Escola de Música da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atuou como médico legista no Instituto Médico Legal Nina Rodrigues por mais de vinte anos, além de lecionar Medicina Legal na Faculdade de Direito da Universidade Católica do Salvador.
Na música, Tuzé é um artista versátil e inovador. Foi membro do grupo Doces Bárbaros, ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia, e colaborou com ícones como João Donato, Moraes Moreira, Luiz Melodia, Cauby Peixoto e Chico Buarque. Tuzé também se destacou como compositor de trilhas sonoras para filmes e peças teatrais, incluindo Meteorango Kid, A lenda de Ubirajara e Tenda dos Milagres. Em 2019, lançou o álbum Contraduzindo, que recebeu elogios de Caetano Veloso, que o descreveu como “um tesouro guardado” da música brasileira. Por muitos anos Tuzé de Abreu foi flautista
da Orquestra Sinfônica da UFBA e atualmente segue se apresentando em diversos projetos musicais, como o show “Pupurriaçu”, que revisita sua trajetória artística por meio de 35 canções.

Nascida em Montevidéu, em 1971, Claudia Mera estudou Direito, Belas Artes e Ciências da Comunicação. Membro da Fundación de Arte Contemporáneo desde 2007, escreve diários desde que tem memória
e devora livros desde que aprendeu a ler. Umidades é seu primeiro livro.

James Martins é poeta — com o perdão da palavra. Criou e comandou o pós-lida (recital de poesia e alguma prosa). Pré-estreia (EP) é seu livro de estreia e também, como o nome diz, de pré: um EP de HIT’S (ontologia poética) — futuro LP de estreia, com poemas que não estarão lá. Links. Toques. Autor inédito, tem, porém, alguns slogans que ficaram famosos: “Dias Mulheres Virão”, “O Rio é o Brasil/ São Paulo é o mundo/ e a Bahia é a Bahia” etc. Atua também como jornalista, articulista, roteirista, pesquisador e andarilho.

Letícia Prata Natural de Salvador, BA, cursou Direito (Universidade Federal da Bahia), e é Mestre em Direito pela PUC/RS. Reside em Porto Alegre desde 1994, onde exerceu a docência acadêmica, como professora do Curso de Graduação em Direito da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) e atuou, como convidada, no Curso Livre de Mediação, da Faculdade de Direito da Unime, em Salvador( mar./2002 e jul./ 2003). Vinculada aos quadros do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, desde 2000. Como escritora, publicou poemas no Jornal A Tarde e na Rev. Exu, da Fundação Casa de Jorge Amado, Salvador, BA. Em 2012, lançou o livro Lã e linha do horizonte, poesia, pela editora Mondrongo, BA. Participou da coletânea Poetas da Bahia, editada pela Expogeo, BA e da edição do Santa Sede, crônicas de botequim, POA, edit. Buqui, 2017, em 2022, lançou pela editora Libertinagem, SP, Tempo para qualquer lado – poesias e, em 2023, participou do livro Do Avesso – poesia e fotografia, também pela editora Libertinagem.

Paulo Bono cresceu nas ruas da Lapinha, centro antigo de Salvador. É redator publicitário, escritor e roteirista. Autor de Espalitando (Cousa, 2013, contos) e Sexy ugly (Mondrongo, 2019, romance). Participou de coletâneas literárias e foi vencedor do Festival de Roteiros Frapa 2021 na categoria Piloto de Série. Segundo ele próprio, é gordo demais pra ser herói.

Paula Arbona nasceu em 2001, no município de Sóller, na Ilha de Maiorca. Viveu em Valência por três anos e hoje vive em Barcelona. No ano de 2020, começou a publicar poemas autorais em sua página do Instagram, @poesiadepaula, e chamou a atenção da editora Postdata Ediciones, que publicou o seu primeiro livro, intitulado Perdona si no te llamo amor (2024). Eva semeando maçãs para colher o pecado é a sua primeira publicação no Brasil.

Eu nasci fotógrafo, disso tenho certeza. Assumi essa identidade oficialmente aos oito anos, quando ganhei minha primeira câmera, uma Brownie, da Kodak, presente do meu avô, também chamado Armando. Durante alguns anos, a fotografia foi uma atividade paralela, praticada nas horas vagas, mas a semente para me tornar um profissional foi bem cultivada. Recentemente, um jornalista publicou: “Armando CR, o empresário que virou fotógrafo”. Hoje, durmo, acordo e respiro fotografia. Amo essa profissão porque ela me conectou com o mundo real, o mundo das ruas, capturando alegrias, tristezas, melancolia, mas, sobretudo, extraindo beleza de tudo isso.